Arquitetura apresentada pela primeira vez em 2012 por Robert Martin, em seu blog. Em 2018, Robert Martin lança o livro sobre a arquitetura limpa como solução para softwares frágeis a manutenção, ganhando atenção de muitos desenvolvedores e diretores.
A arquitetura limpa é composta por vários princípios. Alguns princípios foram criados por Robert Martin, outros foram de autoria de outros programadores experientes. Ao todo existem 11 princípios abordados:
- Princípios SOLID (5 princípios)
- Princípio de responsabilidade única
- Princípio aberto fechado
- Princípio de substituição de Liskov
- Princípio de segregação de interfaces
- Princípio da inversão de dependências
- Princípios RCC (3 princípios)
- Princípio equivalente de reuso/release (REP)
- Princípio de fechamento comum (CCP)
- Princípio de reuso comum (CRP)
- Princípios ASS (3 princípios)
- Princípio das dependências acíclicas (ADP)
- Princípio das dependências estáveis (SDP)
- Princípio das abstrações estáveis (SAP)
Além de abordar como o código deve ser escrito, a arquitetura limpa também fala como os componentes (conjunto de classes) devem ser agrupados, analisando a estrutura do nível de código e do nível arquitetural.
A regra de dependências é essencial na arquitetura limpa. Detalhes devem depender de abstrações, mas abstrações não devem depender de detalhes.
O objetivo da arquitetura limpa é proteger os componentes de nível alto dos componentes de nível baixo.
A proteção é feita usando a hierarquia de dependências em níveis, onde os componentes de nível baixo devem depender dos componentes de nível alto.
Essa prática possibilita a reutilização de componentes e a substituição de detalhes por outros, uma vez que os componentes não sabem nada sobre os detalhes de nível baixo.
Imagem sobre arquitetura limpa:

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